Spread é a diferença entre o melhor preço de compra e o melhor preço de venda de um ativo. É o "pedágio" que você paga em todo trade — mesmo com corretagem zero.
No book, quem quer comprar coloca ordens abaixo; quem quer vender, acima. A distância entre a melhor de cada lado é o spread. Quando você compra "a mercado", paga o ask (o mais barato à venda); quando vende, recebe o bid (o mais caro à compra). Ou seja: no instante em que você entra, já está com uma pequena perda igual ao spread.
Esse vão remunera quem oferece liquidez (os formadores de mercado). Em ativos muito negociados, a concorrência aperta o spread; em ativos "parados", ele alarga.
Melhor venda: R$20,04 · Melhor compra: R$20,02 → spread 0,02.
Você compra a mercado por 20,04.
Se quisesse vender no mesmo instante, receberia 20,02.
→ Perda imediata de 0,02 por ação só de spread.
Em ativo ilíquido, esse vão pode ser bem maior.
Para quem opera pouco, o spread é quase desprezível. Para quem gira muito (scalping), somado ao slippage, ele vira um custo enorme.
"Minha corretora é 'taxa zero', então operar não me custa nada."
Sem corretagem, cada trade é de graça — dá para operar à vontade sem custo.
Mesmo com corretagem zero, você paga o spread em todo trade — e o slippage. São custos implícitos que não aparecem na propaganda. Quem gira muito sente na pele: o "de graça" cobra pelo caminho.
O ponto isento: entender o spread é entender o custo real de operar. A Provex explica para você calcular o que um trade de fato custa — nunca recomendamos operar.
Uma estratégia lucrativa "sem custos" pode virar perdedora com spread e slippage reais. No Motor de veredito da Provex você testa, de forma isenta, se a sua abordagem sobrevive aos custos do mundo real.
Conhecer o Motor de veredito →Ele remunera quem oferece liquidez (formadores de mercado) pelo risco de manter ordens dos dois lados. Em ativos muito negociados, a concorrência aperta o spread; em ilíquidos, ele fica maior.
Sim. Comprando no ask e vendendo no bid, você paga o spread independentemente da corretagem. É um custo implícito, muito esquecido por quem só olha a taxa anunciada.
Baixa liquidez, alta volatilidade e horários fracos alargam o spread. Ativos muito negociados (grandes ações, minis populares) costumam ter spread apertado.