Renda fixa tem regras de retorno definidas na aplicação (mais previsível). Renda variável oscila com o mercado, sem retorno garantido — as ações são o exemplo clássico. São duas famílias com perfis de risco bem diferentes.
Na renda fixa, você sabe a "regra do jogo" ao aplicar: uma taxa fixa (prefixado), um índice + taxa (IPCA+), ou um percentual do CDI (pós-fixado). Isso dá previsibilidade — ainda que o preço possa oscilar no meio do caminho (marcação a mercado). Exemplos: Tesouro, CDB, LCI, LCA, debêntures.
Na renda variável, o valor do ativo flutua conforme oferta, demanda e resultados — não há retorno prometido. Ações, FIIs e ETFs entram aqui. Mais potencial de retorno no longo prazo, mas com muito mais risco e oscilação.
Previsibilidade: fixa = alta · variável = baixa
Retorno potencial: fixa = menor · variável = maior (com risco)
Oscilação: fixa = menor · variável = alta
Exemplos: fixa = Tesouro, CDB, LCI · variável = ações, FIIs, ETFs
Risco: fixa = crédito/mercado/inflação · variável = perda de capital
Não é "uma melhor que a outra": elas cumprem papéis diferentes numa carteira, conforme objetivo e prazo.
"Renda fixa é 100% segura; renda variável é só aposta arriscada."
Fixa = cofre sem risco; variável = cassino. É só ficar na fixa para não correr risco.
Renda fixa é mais previsível, não sem risco: tem risco de crédito, de mercado (marcação) e de perder para a inflação. E renda variável não é "aposta" — é participar de negócios reais, com risco maior. Os dois têm papel numa boa carteira.
O ponto isento: a Provex explica os perfis para você escolher com clareza — não recomenda alocação. A combinação certa depende do seu objetivo.
Entender renda fixa e variável é o primeiro passo pra montar qualquer carteira. A Trilha 0 da Provex explica os dois mundos de forma isenta e sem economês, para você começar com base — não por dica.
Começar pela Trilha 0 →Na fixa, as regras de remuneração são definidas na aplicação (mais previsibilidade). Na variável, o valor oscila com o mercado e não há retorno garantido — ações são o exemplo clássico.
Não. Menos volátil, mas com riscos de crédito (emissor não pagar), de mercado (marcação a mercado) e de perder para a inflação. Previsível ≠ sem risco.
Depende do período e do risco. A variável tem maior potencial no longo prazo, com muito mais oscilação. A fixa dá mais previsibilidade e menor risco, com retorno esperado menor. Não há resposta única.