CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa emitido por bancos: você empresta dinheiro ao banco e recebe juros em troca. É coberto pelo FGC dentro dos limites — o que o torna um dos investimentos mais populares do país.
Quando você aplica num CDB, o banco usa esse dinheiro nas suas operações e te paga juros por isso. O rendimento mais comum é o pós-fixado, expresso como um percentual do CDI (uma taxa que anda coladinha na Selic). Um "CDB 110% do CDI" rende 110% do que o CDI render no período.
A grande rede de proteção é o FGC: se o banco quebrar, ele devolve o seu dinheiro até R$250 mil por CPF e por instituição. Acima disso, entra o risco de crédito do emissor.
Se o CDI render 10% no ano...
CDB de 110% do CDI → 10% × 1,10 = 11% no ano (bruto).
Depois desconta o IR (regressivo, cai com o tempo).
Ainda assim, costuma superar a poupança — mas nem sempre:
um CDB de 90% do CDI e prazo curto pode render pouco.
Ou seja: "CDB" sozinho não diz se é bom. O que importa é a taxa, o prazo, a liquidez e o risco do emissor — sempre comparados juntos.
"CDB é sempre melhor que a poupança e é 100% sem risco."
Qualquer CDB rende mais que a poupança e, por ter FGC, é impossível perder dinheiro.
Geralmente rende mais — mas depende da taxa e do prazo. E o FGC protege até o limite: acima dele, há o risco de o banco quebrar. Um "%CDI" muito alto de banco pequeno costuma vir com mais risco, não menos.
O ponto isento: taxa alta não é "presente" — costuma ser prêmio por risco. Respeitar o teto do FGC e conhecer o emissor faz parte de avaliar um CDB. A Provex explica o conceito; a decisão é sua.
CDB, LCI, Tesouro... cada um tem regra de risco, prazo e imposto. A Trilha 0 da Provex descomplica a renda fixa de forma isenta, para você comparar com critério — não pelo %CDI da propaganda.
Começar pela Trilha 0 →Conta com a cobertura do FGC até um limite por CPF e por instituição (hoje R$250 mil). Dentro do limite, se o banco quebrar, o FGC devolve. Acima disso, existe o risco de crédito do emissor. É protegido, mas não 100% livre de risco em qualquer valor.
Na maioria dos casos sim, mas não sempre: depende da taxa (ex.: %CDI), do prazo e do IR. Um CDB de taxa baixa e prazo curto pode render pouco. Compare caso a caso.
Sim — IR regressivo sobre o rendimento (cai com o tempo), retido no resgate, e pode haver IOF em resgates muito rápidos. Confirme as regras vigentes com um contador.