Contrato futuro é um acordo para comprar ou vender um ativo por um preço combinado numa data futura. Você não possui o ativo — tem uma posição que ganha ou perde com a variação do preço, com ajuste diário e alavancagem.
Ao entrar num futuro, você fica comprado (aposta na alta) ou vendido (aposta na queda). Como é padronizado e negociado em bolsa, você deposita apenas uma margem de garantia para movimentar um valor bem maior — daí a alavancagem. Muitos futuros (índice, dólar) são liquidados financeiramente, sem entrega do ativo.
O mecanismo central é o ajuste diário: todo dia, a diferença entre o preço de ajuste e o do dia anterior entra ou sai da sua conta. O resultado não espera o vencimento — ele acontece a cada pregão.
Você compra 1 contrato futuro; cada ponto vale R$1.
Dia 1: sobe 100 pontos → entram +R$100 na conta (ajuste).
Dia 2: cai 60 pontos → saem −R$60 da conta.
Você depositou só a margem (bem menor que o valor movimentado):
por isso o futuro é alavancado — e a oscilação pesa.
O ajuste diário e a alavancagem tornam o futuro poderoso e perigoso: o resultado é rápido nos dois sentidos.
"Comprar um contrato futuro é a mesma coisa que comprar o ativo."
Comprei o futuro do dólar, então "tenho dólar"; é só guardar como se fosse o ativo.
No futuro você não possui o ativo — tem uma exposição ao preço, alavancada, com ajuste diário e vencimento. Muitos são liquidados só financeiramente. É um instrumento diferente de comprar a ação ou a moeda de fato.
O ponto isento: futuro é uma ferramenta de hedge e especulação, não recomendação. A Provex explica o mecanismo e o risco da alavancagem; a decisão é sua.
O futuro amplifica tudo, inclusive a falta de edge. No Motor de veredito da Provex você testa, de forma isenta, se a sua estratégia tem vantagem real, antes de operar um instrumento alavancado.
Conhecer o Motor de veredito →Não. Você tem uma posição que ganha/perde com o preço, não o ativo. Muitos futuros são liquidados financeiramente, sem entrega. É exposição ao preço, não posse.
O acerto diário de ganhos e perdas: ao fim de cada pregão, a diferença entre o preço de ajuste e o do dia anterior entra ou sai da conta. O resultado pinga todo dia.
Hedgers (travam preço para se proteger, como produtores e empresas) e especuladores (assumem risco buscando lucro). Juntos, dão liquidez ao mercado.